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O Mercado de Internet no Brasil e no Distrito Federal
Segundo Pesquisa de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, da FGV – Fundação Getúlio Vargas, os negócios na Internet evoluíram da forma como mostra o gráfico.
Para o DataFolha somavam no mês de março, no Brasil, 64,5 milhões os internautas maiores de 16 anos sendo que 87% desses acessam a Internet pelo menos uma vez por semana. O brasileiro ocupa ainda o primeiro lugar em tempo de navegação, no mundo, com 24 horas e 54 minutos de acesso/mês.
Segundo o CGI-Comitê Gestor da Internet Brasileira o maior percentual de usuários de Internet, no Brasil, é verificado no Distrito Federal com 41,1% da população, ou seja, mais de 1 milhão de usuários.
Nada mais será como antes. Diante de um mercado gigantesco como esse, e em constante mudança, a presença planejada de uma empresa na Internet não só é recomendada como será questão de sobrevivência para muitos segmentos. Os limites desse mercado estão nas exatas medidas das incompetências de explorá-lo e atendê-lo.
Ao mesmo tempo em que a presença na Internet representa a chance de ter a empresa encontrada nas ferramentas de busca, representa também a ameaça de nunca mais receber a visita se as expectativas do internauta forem frustradas. Ao contrário da loja ou da sala de reunião físicas ele pode entrar ou sair do ambiente virtual da empresa com um só clique.
Foi-se o tempo que se “surfava” na Internet intuitivamente. Hoje o internauta tem que “buscar” sua empresa, tem que vê-la publicitariamente, ser convidado a conhecê-la ou receber indicação de alguém cuja opinião respeita, para visitá-la.
De nada adianta resistir culturalmente sob o risco de se tornar obsoleto frente à concorrência. Uma presença convincente na Internet, com um site confiável, bem feito e atualizado, endereços de e-mails em domínio próprio, relacionando-se com o internauta rápida e eficazmente são questões de sobrevivência e de boa referência. Não ter um site de qualidade, em endereço próprio, equivale a não ter endereço geográfico ou telefone. Representa na melhor das hipóteses, obsolescência e, na pior, suspeição.